Câncer de estomago

O câncer de estômago  acomete duas vezes mais os homens do que as mulheres. Sua incidência é mais alta entre os 50 e 70 anos e rara antes dos 40 anos. Em geral, neste último caso, a doença está associada a fatores genéticos predisponentes.

São considerados fatores de risco para o câncer gástrico:

1)  predisposição genética, histórico familiar e idade mais avançada;

2) dieta baseada no consumo de alimentos embutidos, defumados, conservados em sal, com altas doses de substâncias cancerígenas  e pobre em produtos naturais e frescos, como frutas e verduras, carnes e peixes;

3) infecção por Helicobacter pylori - essa bactéria que se aloja no estômago pode estar associada a quadros de gastrite crônica e úlceras. Estudos mostram, porém, que menos de 1% das pessoas infectadas por essa bactéria irá desenvolver lesões malignas;

4) pólipos gástricos adenomatosos, maiores do que 2 cm;

5) anemia perniciosa  e gastrite atrófica;

6) fumo: 

7) consumo de bebidas alcoólicas.

Nas fases iniciais, a doença pode ser assintomática ou apresentar sintomas semelhantes aos da gastrite ou de outros distúrbios estomacais, o que pode retardar o diagnóstico. Quando esses sinais aparecem, os sintomas mais frequentes são dor abdominal, queimação ou azia, náusea, vômitos, sensação de estômago sempre cheio, porque o tumor ocupa parte do espaço destinado aos alimentos, perda de peso e de apetite, cansaço, sangramento digestivo.

O diagnóstico do câncer de estômago leva em conta os sintomas e os possíveis fatores de risco. Alguns exames  também podem ser úteis. No entanto, a endoscopia digestiva alta é o exame que faz diferença para o diagnóstico precoce da doença, haja vista que permite não só observar as lesões, como colher material e realizar a biópsia imediatamente.

Desde que diagnosticado precocemente, o câncer de estômago tem bom prognóstico e muitos são os casos de cura.

Recomendações

* Lembre que o corpo quase sempre dá sinais de que algo não vai bem com ele. Por isso, procure um médico se apresentar distúrbios estomacais persistentes;

* Siga a orientação de nutricionistas para compor uma dieta saudável e equilibrada;

* Inclua frutas e verduras frescas no cardápio de todos os dias;

* Consuma com parcimônia embutidos e alimentos muito salgados;

* Faça refeições menores a cada três horas aproximadamente;

* Mastigue bem os alimentos;

* Não fume;

* Prefira sucos naturais ao consumo de bebidas alcoólicas;

* Pratique exercícios físicos regularmente 

Fonte:http://drauziovarella.com.br

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